
A Copa do Mundo começa ensta quinta-feira (11) na Cidade do México, capital do país. Repleto de história , o município também é alvo da preocupação de autoridades por um motivo inusitado: ela passa por um processo de afundamento.
De acordo com dados captados por um sistema de monitoramento da Nasa, a cidade tem afundado cerca de 2 centímetros por mês e por volta de 25 cm ao ano, em uma situação que ameaça a infraestrutura urbana da região.
O problema já afeta monumentos marcantes da cidade, como é caso do Anjo da Independência, que foi fundado em 1910 e já precisou ganhar 14 graus em sua base, uma vez que ele afundou demais.
Diversas ruas e até mesmo linhas do metrô também já aforam afetadas pelo fenômeno.
O que explica o fenômeno?
A metrópole foi construída sobre o leito de um antigo lago chamado Texcoco. A exploração execessiva dessa água subterrânea pressionou o solo, que é rico em argila porosa, que se compacta e afunda sob o peso dos edifícios à medida que a água é extraída.
Especialistas afirmam que, para interromper esse afundamento, é necessário restruturar a gestão de água na cidade.
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