
O micro-ondas é um dos aparelhos mais presentes nas cozinhas, mas muitos mitos ainda cercam seu uso. Para evitar sustos, vale entender como ele funciona e quais cuidados realmente importam.
Objetos metálicos, por exemplo, não devem ser colocados no forno. Micro-ondas induzem correntes elétricas no metal, capazes de gerar faíscas e até pequenas chamas.
Casca dura com interior úmido também é uma combinação arriscada. É o caso clássico do ovo. A água interna aquece, vira vapor e aumenta de volume, transformando o alimento em uma pequena “panela de pressão” sem válvula. O resultado é explosão e muita sujeira.
Outro fenômeno comum é o superaquecimento da água. Como o aquecimento no micro-ondas é pouco turbulento, as bolhas não se formam como no fogão. Basta mexer ou adicionar açúcar ou pó de café para que as bolhas se liberem de uma vez, e o líquido “estoure” para fora da caneca. Para evitar, recomenda-se usar recipientes limpos, preferir vasilhas com superfícies não totalmente lisas ou inserir um palitinho que ajude a quebrar a tensão.
Há ainda cuidados com onde colocar o micro-ondas. Ele pode ficar em qualquer parte da cozinha, mas é importante atenção ao estado da borracha da porta. Se estiver desgastada, pode ocorrer pequeno vazamento de ondas.
E, por fim, existe o risco, raro, mas possível, de choque elétrico. O forno opera com alta tensão e, se houver falha interna que leve corrente à carcaça, o choque pode ser forte. A proteção essencial é o fio terra, responsável por drenar qualquer fuga elétrica.
Com esses cuidados simples, o micro-ondas continua sendo o que sempre foi: um aliado rápido, prático e seguro para o dia a dia.
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