O episódio mais recente de Pesadelo na Cozinha mostrou a chegada do chef Erick Jacquin ao restaurante La Cantina, em Santo André (SP), marcando o início do processo de avaliação e transformação proposto pelo programa. Enquanto o chef percorria a casa e apontava falhas, a rotina intensa e os desafios enfrentados pela equipe também ganhavam espaço.
Nos bastidores, o garçom Rinaldo reagiu sem filtros à primeira impressão deixada por Jacquin. Segundo ele, a abordagem direta do chef veio acompanhada de críticas generalizadas, o que gerou incômodo imediato:
"“Ele falou que nada presta, só isso. Só ele que sabe fazer as coisas. Sabe rechear, temperar, ele sabe tudo. Dá vontade de falar assim: ó, pega o cilindro lá, vai cilindrar a massa lá, vai rechear um por um.”"
A insatisfação também se estendeu à dinâmica de mudanças implementada durante a gravação . Para Rinaldo, as exigências desconsideraram as limitações reais da operação, especialmente no dia a dia da cozinha:
"“É bom você chegar e ter as coisas tudo prontinhas lá, ou seja, só pra você fazer só os pratos. Até o prato ele mudou aqui. Eu acho que ele tem que mudar as coisas na casa dele. Não é aqui. Vem mudar prato aqui?”"
Outro ponto sensível foi a questão da limpeza, uma crítica recorrente de Jacquin ao longo do programa. O garçom, no entanto, afirma que houve esforço prévio da equipe para melhorar as condições do restaurante: “Disse que tava tudo sujo, porque ele não viu antes também. A gente ficou dois dias aqui só tentando tirar a gordura.”
Além das divergências com o chef, Rinaldo trouxe à tona um problema estrutural que, segundo ele, impacta diretamente o funcionamento da casa: a falta de equipe suficiente para dar conta da operação:
“O duro é um negócio desse tamanho aqui e só trabalhar com duas pessoas, ninguém quer trabalhar. Será que no restaurante dele lá, que tanto ele fala, a equipe dele tá montada legal? Não deve estar também, porque ninguém quer trabalhar. Só querem receber Bolsa Família.”
Ao final, o tom de tensão ficou evidente ao comentar o que esperava para o restante do dia de gravações. Sem rodeios, ele resumiu o próprio estado de espírito: “ Tô esperando ele falar as coisas e ficar quietinho na dele. Porque hoje eu não tô de bom-humor, não.”
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