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Reinaldo: Crítica política ao Congresso não é crime, e governo não controla os conteúdos

Depois de o Congresso derrubar o aumento do IOF, vídeos viralizaram nas redes sociais abordando a 'justiça tributária' e questionando a decisão dos parlamentares

Por Redação

REDAÇÃO

04/07/2025 • 10:41 • Atualizado em 04/07/2025 • 10:41

Após o Congresso derrubar o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) , vídeos e campanhas nas redes sociais tem promovido o debate em torno do que o governo chama de "justiça tributária" e questionado o posicionamento dos parlamentares em torno do tema.

Para o apresentador de OÉ da Coisae colunista da BandNews FM , Reinaldo Azevedo, manifestações com calúnia, injúria e difamação não são aceitáveis, mas o debate político é positivo.

"Todo mundo sabe que sou contra manifestações de calúnia, injúria e difamação nas redes sociais. Quero uma lei para regulamentar essas coisas. Quem não costuma querer é a direita. Agora, do debate político eu sou a favor. O problema é o seguinte: até outro dia, se dizia com tranquilidade que as redes eram dominadas pela extrema direita e a esquerda apanhava nas redes, e se dava isso como parte da paisagem. Ninguém protestava, não tinha editorial, nada disso", disse Reinaldo.

Segundo o colunista, as mesmas críticas não aconteceram quando o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) fez uma campanha nas redes sociais sobre a “taxação do Pix” pelo governo, o que era mentira.

"Campanha contra o presidente da Câmara ou do Senado que evolua para baixaria, sou contra. Contestação política, isso não pode? devemos proibir? Quem diz que o governo tem controle disso? Quando Nikolas Ferreira fez uma campanha suja contra o Pix viu-se indignação? Não, o que vi foi pesquisa de opinião na sequência", disse.

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