Discursos ou atitudes, agredindo o multilaterismo comercial, ignoram as regras e, portanto, ferem a ordem internacional de comércio. É o que o presidente Trump tem feito. E está na visão e no discurso do presidente argentino, como se viu no evento do Mercosul desta quinta-feira.
Lula prega e pregou o contrário. Mas as posições diferentes, o conflito ideológico claro entre eles, não deviam impedir os dois presidentes de se encontrarem e de se entenderem. Ou tentar isso.
Há algo muito mais grave e importante do que essas desavenças e diferenças pessoais, que são os interesses objetivos de Brasil e Argentina. E que, na prática, devem, de um jeito ou de outro acabar prevalecendo.
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