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Vazio sanitário da soja termina em setembro e produtores já se preparam para nova safra

Período de proibição ajuda a conter a ferrugem asiática e reduzir custos no cultivo da oleaginosa

Da redação com Bruno Henrique | TV BAND

DA REDAÇÃO COM BRUNO HENRIQUE | TV BAND

03/09/2025 • 22:11 • Atualizado em 03/09/2025 • 22:11

O vazio sanitário da soja, medida que proíbe o plantio da oleaginosa entre os meses de junho e setembro, chega ao fim neste mês no Paraná. A ação é prevista em lei e tem como objetivo conter a ferrugem asiática, considerada a doença mais severa da cultura.

Durante três meses, as áreas de produção de soja no Estado ficaram livres da cultura. O objetivo é eliminar as chamadas plantas voluntárias, conhecidas como tigueras, que funcionam como hospedeiras para o fungo causador da doença. Essa pausa interrompe o ciclo da ferrugem e reduz os riscos de contaminação na safra seguinte.

Benefícios para os produtores

O vazio sanitário já faz parte do calendário agrícola brasileiro. Além de obrigatório, traz vantagens diretas para os produtores, como a redução no uso de fungicidas, o menor custo de produção e a possibilidade de maior produtividade.

Fiscalização e penalidades

O Ministério da Agricultura alerta que produtores que não cumprirem a determinação podem ser multados e até ter a área interditada. Para garantir o cumprimento da norma, equipes de fiscalização percorrem diferentes propriedades durante o período.

Próxima safra

Com o encerramento do vazio sanitário, os produtores já iniciam o planejamento para o novo ciclo da soja. A expectativa é que, seguindo as boas práticas agrícolas, a safra de 2025/26 mantenha resultados positivos e contribua para a economia do Estado.

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