Band FM

Ela traiu o marido comigo e agora quer morar na minha casa

Foram meses de encontros secretos e muita paixão — até Andressa bater na porta de César com malas e planos para o futuro; leia relato do Quem Ama Não Esquece

Da redação*

DA REDAÇÃO*

25/06/2025 • 18:24 • Atualizado em 25/06/2025 • 18:24

Andressa e César se conheceram por acaso em uma pizzaria. Mesmo casada, ela o deixou sentar à sua mesa — e, dias depois, o levou para a cama que dividia com o marido. O que era para ser só um caso se transformou em uma relação secreta que durou nove meses, com encontros cada vez mais frequentes sempre que o marido viajava. Apaixonada, Andressa decidiu abandonar o casamento para viver com César. Mas, fora da clandestinidade, o desejo virou dúvida. Leia o relato completo no Quem Ama Não Esquece, da Band FM , desta quinta-feira, 26 de junho.

Às vezes, uma história começa quando a gente menos espera. E termina do jeito que a gente nunca imaginaria.

Essa história começou há quase um ano, quando eu estava em uma pizzaria com alguns amigos.

Era um lugar família, sem aquele clima de paquera, mas, ainda assim, quando eu vi a Andressa sentada na mesa ao lado, alguma coisa me puxou para ela.

Ela estava jantando sozinha e parecia tão desligada que não percebia nada em volta.

Eu não parava de olhar para ela e, em nenhum momento, ela me olhou de volta. Mas eu juro: senti uma coisa tão forte que levantei e fui me apresentar.

Os meus amigos duvidaram que eu tivesse coragem, mas eu não só tinha, como fui.

– Oi... o quê? O que você disse?

– Eu disse que o meu nome é César e perguntei se poderia me sentar aqui.

– Aqui? Por quê?

– Porque você está sozinha e minha mãe sempre disse que é triste comer sozinho.

– Eu não estou triste, mas, se você quiser, fica à vontade. Só vou logo avisando que não vou pagar a conta sozinha.

Desde aqueles primeiros minutos, a Andressa já falou que era casada, o que foi um balde de água fria. Mas, por outro lado, ela tinha me deixado sentar, tinha sido simpática e estava conversando comigo numa boa. Então eu resolvi ver onde aquilo ia dar.

O começo de um caso que não era para acontecer

Naquela noite, a gente conversou por mais de uma hora. Ela me contou que era casada há quase dez anos, mas que jantava sozinha de vez em quando porque o marido viajava muito a trabalho.

Eu achei interessante... Dava para ver que a Andressa era mesmo uma mulher cheia de personalidade e independente.

No fim da noite, eu fiz questão de pagar a conta e perguntei se ela poderia me dar o telefone dela.

Ela disse que não, mas que, se fosse para a gente se encontrar de novo, a vida ia dar um jeito.

Mas, antes de ir embora, ela me falou que na quinta-feira ia jantar ali de novo.

Essa era a vida dando um jeito.

Claro que, na quinta-feira, eu estava lá outra vez. Quando ela me viu, abriu um sorriso lindo e perguntou se minha mãe continuava dizendo que era triste comer sozinho. Eu confirmei, puxei a cadeira para ela sentar na mesa comigo e foi assim que a nossa história começou.

Eu sabia que ela era casada. Soube desde o primeiro dia, desde os primeiros minutos. Mas a verdade é que saber não muda muita coisa quando o coração começa a inventar desculpa.

Naquela quinta-feira, depois do jantar, foi ela quem sugeriu que a gente fosse embora junto. Achei que ela ia sugerir algum hotel, algum lugar afastado, mas ela me levou para a casa dela, que era ali na rua de trás.

Fiquei assustado, mas ela disse que não tinha problema nenhum porque o marido continuava fora. Era uma aventura, mas uma aventura que eu queria viver.

Foi na casa dela, na cama em que ela dormia com o marido, que nós tivemos a nossa primeira noite.

Eu não sabia ainda, mas era a primeira de muitas que ainda viriam pela frente.

A Andressa era muito intensa. Daquele tipo de pessoa que sabe o que quer e não esconde.

– A verdade? Não! Não é a primeira vez que eu trago um homem para minha casa. Eu fico muito sozinha. Meu marido é um homem de negócios. Está sempre viajando. Eu fico carente e preciso... preciso de companhia.

– E se ele descobrir?

– Ele me mata. Mas ele não vai descobrir. Está sempre muito ocupado com trabalho.

– E por que você não se separa?

– Porque eu amo ele. Mas amor não é tudo em um casamento...

Depois, a Andressa meio que deixou claro que aquela era a primeira e última vez que a gente se via. Acho que ela costumava fazer isso para não se envolver com ninguém além do marido.

O que ela não contava – e nem eu – é que com a gente ia ser diferente.

O que era para ser só uma aventura, ou só mais um dos casos dela, foi se transformando em algo maior. A verdade é que eu tinha gostado dela, e ela também tinha gostado de mim. E, por isso, a gente passou a se encontrar com mais frequência.

Segredos, promessas e jantares à meia-luz

Toda vez que o marido dela viajava, ela me ligava. E toda vez que ela me ligava, eu largava tudo para me encontrar com ela.

Com o tempo, esses encontros deixaram de ser só uma coisa casual.

Sem que a gente quisesse ou esperasse, a gente passou a gostar mesmo um do outro.

Tanto que a gente se ligava só para conversar, desabafar, rir, contar as novidades... Ela sempre dizia que comigo se sentia leve. E eu... eu já me sentia apaixonado por ela.

Às vezes, quando eu ia para a casa dela, nem acontecia nada entre nós. A gente só ficava lá conversando, vendo um filme, como se a gente fosse um casal de namorados.

E, nessas, o tempo foi passando que eu nem vi. Quando eu me dei conta, já estava com a Andressa há nove meses.

– Se eu tivesse te conhecido antes... tudo poderia ter sido diferente, César.

– Não fala isso. Você ainda pode mudar tudo, se quiser.

– Não posso. A vida já está montada. Já tem casa, rotina, família envolvida. Não dá para desmontar tudo por algo que eu nem sei se é certo.

– Andressa... eu te amo. Eu não quero e nem vou te pressionar a nada nunca. Mas eu te amo.

– Ah, César... Eu também te amo.

Essa foi a primeira vez que eu disse que a amava. Saiu sem eu perceber.

Mas era o que eu estava sentindo naquela hora.

Era estranho... tudo era estranho. Eu nunca tinha mesmo pressionado a Andressa ou pedido para ela se separar do marido. Eu sabia que não era simples, sabia que, na vida real, as coisas são bem mais complicadas. Eu entendia e aceitava o meu lugar, apesar de gostar muito dela.

Amor, traição e uma ligação no meio da madrugada

Mas, logo depois dessa conversa, tudo mudou...

Um dia, no meio da madrugada, o meu telefone tocou. Era a Andressa.

Acordei assustado porque eu sabia que o marido dela estava na cidade. Para ela estar me ligando àquela hora, alguma coisa tinha acontecido.

E óbvio que só tinha uma coisa que podia ter acontecido.

Fiquei olhando para o celular, pensando se devia atender, porque eu já sabia o que vinha pela frente.

– César... César... Você pode me encontrar na frente do meu prédio? Ele... ele descobriu tudo. Ele me bateu, César.

Ela estava chorando, nervosa, e eu levantei correndo.

Cheguei no prédio da Andressa em menos de 15 minutos e a encontrei sentada na calçada.

Naquela hora, eu nem sabia o que falar. A gente só se abraçou e eu levei ela para minha casa.

Aqueles primeiros dias foram muito intensos e conturbados. A Andressa estava arrasada. O marido dela tinha encontrado algumas mensagens no celular e descobriu que a gente já vinha se encontrando há quase um ano. Ele tinha sido muito agressivo e depois deixou claro que já ia entrar com os papéis do divórcio.

Por outro lado, ela não queria sair um minuto de perto de mim, porque dizia que, do meu lado, se sentia segura e que não sabia o que seria dela sem mim.

Ela até chegou a dizer que talvez tenha sido Deus quem decidiu por ela, já que ela não conseguia tomar uma decisão sozinha.

Depois da primeira semana, ela já estava mais calma, mais tranquila e fazia planos para o futuro. Para o nosso futuro. Estava até animada, dizendo que a gente poderia recomeçar do zero e viver como um casal normal.

“Ela trocou tudo por mim. E eu só pensava em fugir”

E foi aí... bem aí... que alguma coisa dentro de mim começou a se revirar.

A verdade é que, por mais que eu tivesse me envolvido, por mais que eu tivesse dito que amava, eu... eu já não tinha mais tanta certeza assim.

Era como se, agora que ela estava ali, inteira, disponível, só minha, alguma coisa tivesse mudado.

Eu sabia o que era... no fundo, eu tinha medo.

Eu conheci a Andressa em uma pizzaria e, no nosso segundo encontro, ela me levou para dentro da casa dela. Isso tudo mesmo sendo casada.

Ela tinha deixado claro que já tinha traído o marido diversas vezes. E eu tinha medo.

Medo de que ela fizesse comigo o mesmo que tinha feito com ele. Porque, do mesmo jeito que minha mãe diz que é triste comer sozinho, ela também diz que as pessoas não mudam, que quem faz uma vez, faz sempre, e que quem faz com um, vai fazer com outro.

Por isso, agora eu estou aqui...

Era para eu estar feliz porque, na teoria, eu tenho para mim a mulher que eu amo.

Mas eu vi que não sei mais se realmente amo ou só achava que amava.

Estou confuso e me culpando por tudo isso. Mas eu não consigo forçar!

O que antes era aquela paixão maluca, agora é dúvida e incômodo.

Agora eu não sei mais se gosto dela ou se só gostava do fato de ela ser uma paixão impossível.

A Andressa não sai da minha casa e eu praticamente estou casado sem ter pedido ninguém em casamento. E o pior de tudo é que eu não consigo falar nada para ela.

Ela está fazendo planos, perguntando o que eu acho de mudar os móveis da sala, falando em viajar no fim do ano. E eu só balanço a cabeça, finjo que estou ouvindo, finjo que estou presente, quando, na verdade, só estou tentando entender como deixei as coisas chegarem até aqui.

Talvez o erro tenha sido meu desde o começo. Talvez tenha sido só vaidade, ego, o prazer de ser escolhido, de ser o outro. A adrenalina de estar com uma mulher que não era minha...

...Só que agora é.

Agora a Andressa está aqui. E ela só está aqui porque eu estive lá.

Ela arriscou um casamento para viver essa história comigo. E agora… agora eu não tenho coragem de dizer que não sei mais se quero, que talvez eu só tenha gostado da emoção, que talvez eu só tenha dito “eu te amo” porque sabia que não ia ter que lidar com as consequências daquilo.

Porque, enquanto ela era do outro, era fácil amar. Enquanto ela era impossível, era seguro sentir.

Mas agora que ela está aqui, inteira, minha…

Eu me vejo querendo fugir. E não é por mal. Não é porque ela não é suficiente.

É porque eu sou menos do que pensei que fosse.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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