
"Qual o motivo da guerra entre Israel e Irã?" está entre as perguntas mais feitas pelos brasileiros na internet nesta terça-feira (17), segundo levantamento da Sala Digital , parceria da Band com o Google. O conflito, que se intensificou em 13 de junho, após ataque israelense, é resultado de uma rivalidade histórica, com raízes geopolíticas, ideológicas e religiosas. A seguir, veja os principais fatores que levaram à guerra:
Rivalidade desde a Revolução Islâmica
Antes de 1979, Israel e Irã mantinham relações diplomáticas e cooperação militar. Com a Revolução Islâmica e a ascensão do Aiatolá Khomeini, o Irã rompeu relações com Israel e passou a classificá-lo como inimigo. Desde então, os dois países se enfrentam indiretamente por meio de milícias e operações secretas.
Programa nuclear iraniano
A busca do Irã por autonomia nuclear é vista por Israel como uma ameaça existencial. Com o acúmulo de urânio suficiente para fabricar até 15 bombas nucleares, segundo relatórios recentes, o país passou a ser alvo de sabotagens, ataques e operações secretas por parte de Israel. Em junho de 2025, Israel lançou um ataque de larga escala contra instalações nucleares iranianas.
Milícias apoiadas pelo Irã
O Irã financia e arma grupos como Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica e Houthis, que atuam contra Israel. Esses grupos são considerados parte do "Eixo da Resistência", e têm atuado especialmente desde a guerra na Palestina iniciada em 2023.
Campanha preventiva de Israel
Israel tem adotado uma estratégia conhecida como "Campanha Entre Guerras", que inclui assassinatos seletivos, ataques aéreos e sabotagens contra alvos iranianos na Síria, no Líbano e no próprio Irã. O objetivo é impedir a consolidação militar do Irã na região.
Escalada recente
Em abril de 2024, um ataque israelense destruiu o consulado iraniano em Damasco. O Irã respondeu com o lançamento de centenas de mísseis contra Israel em duas ocasiões. Em junho de 2025, Israel iniciou a maior ofensiva contra o Irã, batizada de "Leão em Ascensão", atingindo instalações nucleares, bases militares e infraestruturas energéticas.
Apoio dos Estados Unidos
Embora não envolvido diretamente, os EUA forneceram apoio logístico e de inteligência a Israel. O governo americano tenta evitar uma guerra regional, mas teme ser arrastado para o conflito.
Crise diplomática e risco global
Com o fracasso das tentativas diplomáticas, o conflito atinge novo patamar e representa risco de instabilidade no Oriente Médio, com impacto na economia mundial e na segurança energética.
O texto foi gerado por Inteligência Artificial e revisado pela redação do Band.com.br
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