Uma grande armadilha está sendo preparada contra o trabalhador por uma união de forças que junta posições contraditórias e até adversários, todas alimentadas por um ponto comum: enganar o eleitor com uma promessa falsa, traiçoeira e demagógica.
Ao patrocinarem a redução da jornada de trabalho, ou ao aderirem à essa ideia, sabem – porque é impossível não saber – que o resultado deste ataque às empresas se voltará contra o trabalhador e contra toda a sociedade. E logo ali na frente.
Não há como escapar disso, como mostram os especialistas responsáveis e sérios, bem ao contrário de políticos pusilânimes e oportunistas, que formam agora uma quase unanimidade covarde e destituída de qualquer resquício de vergonha ao desempenhar esse papel desonroso.
Agem os de má-fé e os oportunistas de ocasião juntos nessa manobra que quer arrancar votos, baseada numa mistificação grosseira. A promessa de melhorar a vida do trabalhador quando a realidade econômica das empresas escancara uma inevitável sequela.
Engessar e encarecer a contratação de trabalho, com a imposição deste novo regime, vai impactar a economia e a conta virá, em pouco tempo, para todos – e virá forte.
Estão vendendo agora uma falsa vantagem para entregar, depois, uma vida cara e bem mais difícil. Este voto que querem conquistar com mentiras, pode eleger uma tragédia na vida real do eleitor. É uma armadilha mal disfarçada e perigosa que atinge todo o país.
Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.
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