Da ONU, chegam apelos, sinais de tentativas de negociação e advertências a Israel: sobre o perigo de vazamentos radioativos provocados pelos bombardeios contra o sistema nuclear do Irã. Em Washington, o presidente Trump, depois de mais uma reunião com seu conselho, sugeriu que há caminhos para negociações com o Irã.
E assim vai oscilando entre ameaças de entrar na guerra e sinais de entendimento por um cessar-fogo, embora seja óbvio que seu maior interesse seria uma solução negociada para essa guerra. Mas suas declarações e iniciativas continuam aumentando a confusão, como mostram os especialistas.
Enquanto as atenções vão se voltando também para possíveis efeitos econômicos, como na hipótese de o Irã fechar o estreito de Ormuz, por onde passam 30 por cento do petróleo do mundo.
Seria uma bomba ou bem mais de uma, na análise do professor Leonardo Trevisan, um dos convidados do Canal Livre especial deste domingo (22).
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