
Do motocross à motovelocidade, com um título inédito do Brasil na Moto2 nessa jornada, Diogo Moreira inicia sua jornada na categoria máxima do motociclismo com foco total no aprendizado. Após seis dias de testes em Sepang e com 3 pontos conquistados no GP da Tailândia , o piloto brasileiro da Honda encara a transição mais complexa de sua carreira.
Em entrevista exclusiva à Band, Diogo Moreira detalhou como foi o salto para a MotoGP, adaptação com a nova moto e até mesmo a dificuldade na classificação.
“É uma moto totalmente diferente, com muita potência e muita eletrônica. Preciso de costume ainda, pois a pilotagem é difícil. Os testes na Malásia foram intensos e positivos, pois iniciamos o entendimento. Ela não possui comparação com modelos de rua, é um protótipo puro. Sinto dificuldade ao me ver abaixo na classificação, pois venho de um ano em que estive sempre na frente, na briga pela vitória”, contou.
Moreira admite que o cansaço mental e corporal é superior a tudo o que viveu na Moto2 e Moto3, mas mantém o otimismo para a abertura do calendário.
“A velocidade e a potência impressionam. A moto tem pouco mais de 300 cavalos e muita eletrônica. De 0 a 100 km/h, o tempo é de 2.1 segundos. É uma moto física e, nesta fase de descoberta, a tensão sobre o equipamento aumenta o cansaço. Até que eu tenha o domínio total da moto, o desgaste será alto”, finalizou.
A Band levará ao ar o Grande Prêmio de MotoGP no Brasil com exclusividade na TV aberta
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