Esportes

Téo José revela expectativa com a volta da MotoGP ao Brasil

Retorno da categoria ao país é tratado no paddock e entre fãs como um dos eventos mais aguardados do calendário esportivo

Da redação

DA REDAÇÃO

10/03/2026 • 10:32 • Atualizado em 10/03/2026 • 10:32

Téo José revela expectativa com a volta da MotoGP ao Brasil
Téo José revela expectativa com a volta da MotoGP ao Brasil - Foto: MotoGP

Uma das vozes mais conhecidas do automobilismo brasileiro, o narrador Téo José vive a expectativa de viver o momento mais marcante de sua carreira. Com 62 anos de idade e mais de 30 de carreira, ele vai transmitir o Grande Prêmio Brasil de MotoGP, que marca o retorno da modalidade ao Brasil após mais de duas décadas. E o motivo da expectativa é simples, a corrida será disputada no autódromo Ayrton Senna, em Goiânia, terra natal do profissional.

O retorno da categoria ao país é tratado no paddock e entre fãs como um dos eventos mais aguardados do calendário esportivo recente, e pode representar um marco tanto para a modalidade quanto para quem a acompanha há décadas.

Atualmente na TV Band, que vai transmitir a corrida, Téo compartilhou sua expectativa com fãs da MotoGP durante uma sessão de perguntas e respostas (AMA) na comunidade r/grandepremio do Reddit. Ele foi perguntado sobre o maior momento que já viveu como narrador e surpreendeu dizendo que será em algumas semanas.

“O próximo, MotoGP na minha casa”, disse o narrador, que com décadas de trajetória acompanhando grandes categorias do esporte a motor, vê a etapa brasileira da principal competição mundial de motovelocidade como uma oportunidade histórica — tanto para o país quanto para sua própria trajetória profissional. “Vai ser uma festa linda, o autódromo vai se transformar em um dos três melhores do mundo. Minha cidade já respira mundial.”

A possibilidade de narrar uma etapa do MotoGP em território brasileiro carrega um peso simbólico para o narrador, que construiu carreira cobrindo diferentes modalidades do automobilismo e das corridas. Por isso mesmo, ele demonstrou preocupação com o rumo de outra categoria tradicional do automobilismo nacional.

Ao comentar o cenário atual das competições que acompanha, ele indicou certo desencanto com a Stock Car — sentimento que tem aparecido com frequência em debates do meio esportivo. “Grande categoria, mas ainda sem rumo, perdendo essência. Vejo tudo, principalmente Truck, F1 e Moto”, disse o narrador na mesma conversa com fãs.

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