WEC

Nicolas Costa comemora temporada 2025 de brasileiros no WEC e trabalha para voltar ao grid

"Eu quero muito voltar, e acho que tenho portas abertas em algumas equipes", diz brasileiro, ex-United Autosports

EMANUEL COLOMBARI

10/11/2025 • 15:16 • Atualizado em 10/11/2025 • 15:16

Nicolas foi titular da United Autosports na temporada 2024 do WEC, com o nono lugar na classe LMGT3
Nicolas foi titular da United Autosports na temporada 2024 do WEC, com o nono lugar na classe LMGT3 - Foto: Julien Delfosse/DPPI

A temporada 2025 do WEC terminou neste final de semana com as 8 Horas do Bahrein. Na classe hypercar, a Ferrari dominou, com os títulos de pilotos (o trio James Calado, Antonio Giovinazzi e Alessandro Pier Guidi) e de construtores. Na LMGT3, a Manthey 1ST Phorm brilhou entre pilotos (Ryan Hardwick/Richard Lietz/Riccardo Pera) e entre equipes.

Entre os brasileiros, Augusto Farfus (The Bend Team WRT) terminou na 10ª posição da LMGT3, com dois terceiros lugares (Catar e Fuji), enquanto Dudu Barrichello (Racing Spirit of Léman) foi o 15º. Desempenhos que, segundo Nicolas Costa, devem ser comemorados.

“O Dudu tem feito um ótimo trabalho, grande ano de estreia. A gente sempre soube da capacidade dele. É uma pena só não estar com ele lá esse ano representando o Brasil, a gente junto, tendo um terceiro brasileiro junto com o Farfus, que é um cara que dispensa comentários, né? Então, estou super feliz aí com tudo que eles têm feito e representando o nosso país super bem”, disse Nicolas em entrevista ao Band.com.br .

Titular da United Autosports na temporada 2024 do WEC, com o nono lugar na classe LMGT3, Nicolas ficou sem vaga na temporada 2025 – o time escalou o francês Sébastien Baud na vaga. Mesmo assim, espera a oportunidade de voltar ao grid.

“Eu quero muito voltar, e acho que tenho portas abertas em algumas equipes. Obvio que não é só a vontade e a capacidade como piloto – a gente sabe que existe toda uma parte por trás do automobilismo que é um pouco ingrata, então acho que a parte principal é isso aí. A capacidade, a gente mostrou ano passado que também tem por brigar por vitórias e voltas mais rápidas e pódios, enfim. Mas tem toda essa parte por trás de negociações para poder voltar para o grid”, disse o carioca, feliz com o momento atual do WEC e com a temporada 2025 da categoria.

“O WEC está bombando. Está cada maior, com mais marcas entrando, empresas apoiando. Só coisa positiva. Toda a corrida praticamente teve um aumento de público e o campeonato tem sido cada vez mais reconhecido pelo público geral, que talvez não tivesse essa noção do que é o endurance, né? E além do mais, como sempre, super competitivo.”

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