
A contagem regressiva para a 110ª edição das 500 Milhas de Indianápolis avança com uma das tradições mais curiosos do mês de maio.
Durante o 54º Almoço Anual dos Novatos (Rookie Luncheon), organizado pela Associação de Produtores de Leite de Indiana, nesta terça-feira (19), os quatro estreantes do grid de 2026 participaram da clássica brincadeira de ordenhar uma vaca leiteira, batizada de Bertha, em busca de sorte para o próximo domingo (24).
Entre os debutantes, o alemão Mick Schumacher (Rahal Letterman Lanigan) foi o único que relatou já ter vivenciado a experiência. Para os demais, Dennis Hauger , Jacob Abel e Caio Collet , o desafio foi inédito.
A mística da data e as grandes tradições
O gole de leite: O vencedor tem por tradição beber uma garrafa de leite logo após a corrida. O costume começou com Louis Meyer em 1936, que pediu um copo de leite de manteiga (buttermilk) gelado para se refrescar após o triunfo.
O Troféu Borg-Warner: Com 1,62 metro de altura, a valiosa peça de prata esterlina traz o nome e a face de cada vencedor gravados em relevo. O troféu já possui mais de 100 retratos e precisou de aumento em duas oportunidades para acomodar os novos campeões.
A corrida mais longa: Em 2004, a chuva interrompeu a disputa por três vezes, o que gerou a transmissão televisiva mais longa da história do evento, com uma duração total de 8 horas e 22 minutos.
Consumo nas arquibancadas: O volume de público gera estatísticas curiosas. Se todos os cachorros-quentes e salsichas (bratwurst) vendidos no dia da corrida fossem alinhados, eles dariam mais de três voltas completas ao redor do circuito oval.
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