
Em seu primeiro ano com a Jaguar na Fórmula E, António Félix da Costa chega ao E-Prix do México como um dos idealizadores da retirada da chicane no Autódromo Hermanos Rodríguez. Diga-se de passagem, trabalho feito ao lado de Lucas Di Grassi e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
“Foi uma ideia minha e do Lucas. Nós corremos aqui com a Gen 2 sem chicane, e ela foi colocada com a chegada da Gen 3, porque o carro chegava muito rápido no final da reta. Este ano fizemos esforço para retirá-la e acredito que isso vai melhorar muito a qualidade da corrida, com mais ultrapassagens e uma prova mais estratégica”, explicou em entrevista exclusiva à Letícia Datena, nesta quinta-feira (09).
Outro ponto de atenção no México é a altitude, a mais elevada de todo o calendário da Fórmula E, e Félix da Costa detalhou como isso afeta pilotos e carros elétricos.
“Em termos de potência, o carro elétrico não perde nada com a altitude. Perdemos um pouco de aerodinâmica porque o ar é menos denso, e isso também reduz o efeito de pelotão. Por isso, a qualificação aqui é muito importante. No lado físico, é uma das corridas mais duras do ano, junto com Jakarta, por causa do calor e do esforço, mas é para isso que treinamos”, avaliou.
A Fórmula E tem transmissão da Band , na TV aberta, do BandSports , na TV fechada, do Band.com.br e do Bandplay nas plataformas digitais.
Informações do E-Prix do México
O traçado da etapa mexicana tem 2.630 metros de extensão, com um total de 19 curvas. O circuito possui uma área de “Modo Ataque”, que fica localizada na curva 15, dentro do antigo estádio de beisebol.
O maior vencedor da prova é o brasileiro Lucas Di Grassi, com três. A vitória de Lucas di Grassi na terceira temporada da FE em 2016/2017, partindo da 15ª posição no grid, é a posição mais baixa em que qualquer piloto já venceu um E-Prix.
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