Fórmula E

Félix da Costa revela trabalho com Di Grassi para mudar pista no México

Pilotos foram idealizadores do projeto para retirar chicane do traçado da Cidade do México, no Autódromo Hermanos Rodríguez

Da redação

DA REDAÇÃO

09/01/2026 • 13:39 • Atualizado em 09/01/2026 • 13:39

Félix da Costa revela trabalho com Di Grassi para mudar pista no México
Félix da Costa revela trabalho com Di Grassi para mudar pista no México - Foto: Fórmula E

Em seu primeiro ano com a Jaguar na Fórmula E, António Félix da Costa chega ao E-Prix do México como um dos idealizadores da retirada da chicane no Autódromo Hermanos Rodríguez. Diga-se de passagem, trabalho feito ao lado de Lucas Di Grassi e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

“Foi uma ideia minha e do Lucas. Nós corremos aqui com a Gen 2 sem chicane, e ela foi colocada com a chegada da Gen 3, porque o carro chegava muito rápido no final da reta. Este ano fizemos esforço para retirá-la e acredito que isso vai melhorar muito a qualidade da corrida, com mais ultrapassagens e uma prova mais estratégica”, explicou em entrevista exclusiva à Letícia Datena, nesta quinta-feira (09).

Outro ponto de atenção no México é a altitude, a mais elevada de todo o calendário da Fórmula E, e Félix da Costa detalhou como isso afeta pilotos e carros elétricos.

“Em termos de potência, o carro elétrico não perde nada com a altitude. Perdemos um pouco de aerodinâmica porque o ar é menos denso, e isso também reduz o efeito de pelotão. Por isso, a qualificação aqui é muito importante. No lado físico, é uma das corridas mais duras do ano, junto com Jakarta, por causa do calor e do esforço, mas é para isso que treinamos”, avaliou.

A Fórmula E tem transmissão da Band , na TV aberta, do BandSports , na TV fechada, do Band.com.br e do Bandplay nas plataformas digitais.

Informações do E-Prix do México

O traçado da etapa mexicana tem 2.630 metros de extensão, com um total de 19 curvas. O circuito possui uma área de “Modo Ataque”, que fica localizada na curva 15, dentro do antigo estádio de beisebol.

O maior vencedor da prova é o brasileiro Lucas Di Grassi, com três. A vitória de Lucas di Grassi na terceira temporada da FE em 2016/2017, partindo da 15ª posição no grid, é a posição mais baixa em que qualquer piloto já venceu um E-Prix.

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