Fórmula E

Drugovich detalha desafios em adaptação à Fórmula E: "É um jogo de xadrez"

Piloto brasileiro comentou sobre a gestão de bateria dos carros e ainda como é correr sem um "motor barulhento" atrás

Da redação

DA REDAÇÃO

24/09/2025 • 22:12 • Atualizado em 24/09/2025 • 22:12

Por mais que Felipe Drugovich já tenha experiencia com os carros da Fórmula E, o piloto brasileiro sabe que a transição para correr em seu primeiro ano pela Andretti na categoria 100% será um desafio. Em entrevista exclusiva à Leticia Datena ao programa Super Motor, Drugo destacou as particularidades do carro elétrico, definindo as corridas como um "jogo de xadrez".

“O difícil e o mais diferente que tem de outras categorias é, como você disse, a gestão da bateria, a gestão de energia durante as corridas. É realmente um jogo de xadrez, não é o que a gente está acostumado, é uma coisa diferente, então eu acho que é uma coisa que eu tenho que aprender muito e talvez seja o maior desafio para o ano que vem”, comentou o piloto.

Com a experiência de quem já viu pilotos vindos da Fórmula 1 enfrentarem dificuldades, Drugovich sabe que o desafio vai além da técnica. Além disso, o piloto também apontou a complexidade das pistas de rua e dos diferentes cenários de corrida.

“Eu tenho noção das diferenças e o quanto isso afeta, e já afetou vários pilotos que já vieram da Fórmula 1 e não se adaptaram. Então tem que ir com calma, tem que ir com o pé no chão. O desafio já é grande o suficiente para a gente colocar mais pressão e expectativa em cima disso, então tem que ir com calma mas, acima de tudo, eu tenho que tentar aproveitar”, finalizou.

A estreia de Drugovich pela Andretti terá um sabor especial. Acontecerá no E-Prix de São Paulo, em 6 de dezembro, sua primeira corrida oficial em solo brasileiro.

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