A confirmação de Felipe Drugovich como piloto titular da Andretti na Fórmula E para a temporada 2025/2026 marca seu retorno a uma temporada completa em uma categoria de ponta, algo que ele não vivia desde seu título na Fórmula 2 em 2022.
Questionado sobre o porquê de ter escolhido a Fórmula E em meio a outras opções, Drugovich detalhou que o contato com a Andretti não é recente. O piloto brasileiro contou que o chefe da equipe o procurou logo após a conquista do campeonato da Fórmula 2, mas naquele momento, ele sentiu que seu caminho deveria ser outro.
“Eu já tinha tido um contato com a Andretti no passado, foi em 2023, eu acredito, logo depois que eu ganhei a Fórmula 2. O chefe de equipe chegou a falar comigo pra fechar com eles e no momento eu не achava que era o momento certo pra mim. Acabamos mantendo um bom contato e depois voltamos a nos falar esse ano”, disse em entrevista exclusiva à Letícia Datena ao programa Super Motor do Bandsports.
Apesar da hesitação inicial, a porta permaneceu aberta. Quando as conversas foram retomadas este ano, Drugovich ainda não tinha certeza absoluta sobre o movimento. Foi então, quando substituiu Nick De Vries no E-Prix de Berlim, que o brasileiro teve um “norte”.
“Tive a sorte de correr em Berlim e acho que foi o fator decisivo. Eu gostei muito da corrida, da organização, de como é estruturado o campeonato, então eu achei que fosse o momento certo de fechar, então eu tô extremamente feliz com isso”, finalizou.
Ele será o primeiro brasileiro a defender a Andretti na Fórmula E, juntando-se a nomes como Nelson Piquet Jr. , Felipe Massa e Lucas di Grassi , que marcaram presença na categoria.
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