Fórmula E

Di Grassi mira objetivos modestos para segunda temporada com a Lola na Fórmula E

"É um carro que a gente sabe que tem uma deficiência em várias as áreas", reconhece o brasileiro

LETÍCIA DATENA

29/10/2025 • 20:55 • Atualizado em 29/10/2025 • 20:55

As expectativas de Lucas di Grassi com a Lola Yamaha Abt na Fórmula E são modestas – pelo menos para a temporada 2025/2026.

Aos 41 anos, o experiente piloto brasileiro traça objetivos modestos para o campeonato. O principal: superar o desempenho da temporada 2024/2025, quando foi o 16º colocado com 32 pontos.

“No ano passado eu conquistei um pódio”, disse Di Grassi, que foi segundo colocado no E-Prix de Miami. “Então o objetivo é fazer mais que isso - de repente fazer dois pódios, de repente dar uma sorte e a gente brigar por uma vitória, fazer mais que 32 pontos”, completou.

O paulista sabe que será difícil conseguir um salto de desempenho, já que a Lola não poderá mudar o projeto que estreou na última temporada. Assim, o time só poderá mirar mais alto na temporada 2026/2027, quando a Fórmula E substituirá o Gen 3 Evo pelo novo carro, o Gen 4 .

“A gente tem que ser realista: é uma equipe pequena. Do ano passado para esse ano, a gente não pode mudar o carro. O regulamento proíbe a mudança do carro, só permite a mudança de carro de dois em dois anos. Então, o carro é exatamente o carro do ano passado. E este carro foi o primeiro carro que a Lola desenhou”, lembrou.

“É um carro que a gente sabe que tem uma deficiência em várias as áreas, que a gente não pode corrigir por causa da homologação, que a gente vai corrigir para a Geração 4 para o ano que vem (temporada 26/27). Então, esse ano a gente trabalhou em melhorar os pontos que a gente consegue - dentro do software, operação, setup - mas não vai ser um campeonato que a gente vai brigar pelo título, a gente já sabe disso”, completou.

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