Se a era Christian Horner na Red Bull acabou, a trajetória de Max Verstappen na equipe também pode estar perto do fim. E a Mercedes seria o destino do tetracampeão na Fórmula 1. Já não é de hoje que o holandês vem reclamando do carro da Red Bull.
O tetracampeão mundial até venceu dois grandes prêmios nesse ano, mas foram vitórias arrancadas no sufoco contra a McLaren. O domínio das últimas temporadas entrou para a história da Fórmula 1, mas hoje é apenas isso, história. Desde o começo de 2024, a Red Bull entrou em crise técnica e de gestão. Os problemas da família Verstappen com o próprio Horner ficaram evidentes.
Chefe da Mercedes, Toto Wolff sempre foi rival de Max Verstappen. Em 2021, reclamou demais das decisões de direção de prova na disputa do holandês com o Lewis Hamilton pelo título. Mas no ano passado, com o anúncio da saída de Hamilton da Mercedes, Toto manifestou interesse em Max pela primeira vez. O que era só um flerte virou negociação. O próprio Toto Wolff confirmou isso.
Na última semana, os dois teriam se encontrado na Itália. Ninguém admitiu. Max foi perguntado sobre a Mercedes. Por vezes, uma não declaração já é uma declaração. Talvez nas próximas semanas vejamos uma declaração concreta.
Entenda situação na Red Bull
Christian Horner foi o chefe de equipe da Red Bull Racing desde a criação da equipe na Fórmula 1, em 2005. Porém, após 20 anos no comando da equipe taurina, o austríaco foi desligado. O comando da equipe agora está nas mãos do francês Laurent Mekies.
Horner enfrentou uma das maiores polêmicas de sua carreira. Ele foi alvo de uma investigação interna da Red Bull após ser acusado por uma funcionária da equipe de comportamento inadequado, incluindo suposto assédio moral e envio de mensagens de teor constrangedor. As acusações geraram repercussão global.
Após semanas de apuração, a Red Bull divulgou que a investigação havia sido encerrada sem comprovar violações que justificassem sua demissão. Mesmo assim, a funcionária envolvida recorreu e novos detalhes vazaram para a imprensa, incluindo supostas mensagens de Horner, ampliando o desgaste público. Apesar da controvérsia, ele permaneceu no cargo, defendendo sua inocência e afirmando que as mensagens foram tiradas de contexto.
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