
A temporada de estreia de Lewis Hamilton na Ferrari tem sido marcada por altos e baixos. O britânico chegou a conquistar uma vitória na China e uma pole em Sprint , mas também enfrentou classificações difíceis e corridas sem pontuar.
Para Frederic Vasseur, chefe da equipe , esse período de oscilação é parte natural de uma mudança que talvez tenha sido “subestimada” pela própria escuderia.
“Não sei se subestimamos a importância da mudança. Provavelmente, sim, porque ele passou dez anos na McLaren e doze na Mercedes, que tinham certa continuidade – duas equipes britânicas, mesmo motor, mesmo ambiente. Mas entrar na Ferrari é uma mudança completa: na vida, na cultura da equipe, em tudo. E fazer isso em apenas três dias de testes no inverno é muito difícil. Além disso, a expectativa era enorme”, disse Vasseur em entrevista ao podcastBeyond the Grid, da Fórmula 1.
Apesar das dificuldades, Vasseur deixou claro que a Ferrari segue confiante na capacidade de Hamilton e que a prioridade é oferecer suporte constante ao piloto.
“É nosso papel apoiá-lo quando ele estiver enfrentando dificuldades, mas também pressioná-lo quando for necessário. Spa e Budapeste foram corridas complicadas, mas ele pode ter certeza de que tem todo o apoio de Maranello para se recuperar. Estou realmente convencido de que ele vai conseguir. Ele é um campeão, tem ritmo e está completamente comprometido. Ele está tentando extrair o melhor de todos ao redor, e isso é fundamental”, completou o chefe da Scuderia.
Com a temporada de 2025 entrando em sua reta final e uma nova era de regulamentos prevista para 2026, a Ferrari aposta na adaptação de Hamilton como peça-chave para voltar a disputar títulos. Será que podemos esperar algo do heptacampeão mundial no GP do Azerbaijão.
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