
Em seu primeiro ano na Ferrari, Lewis Hamilton ainda não conseguiu algum resultado de expressão além da pole e da vitória na corrida sprint do GP da China no início do ano. Ninguém melhor para falar sobre o momento do heptacampeão do que alguém que esteve por lá e com pedigree na categoria: Alain Prost.
“Não acredito absolutamente que o talento de Lewis Hamilton tenha se desgastado ou desaparecido. Tenho pena de vê-lo sofrer, como em Budapeste neste verão. Desde Abu Dhabi 2021, ele tem se comportado com classe e elegância, sem se queixar nem quando as regras mudaram em 2022 e o carro não lhe permitia mais se expressar. Ele continua muito motivado. Sua velocidade não foi embora, ela só precisa de uma oportunidade para aparecer", disse Alain Prost em entrevista ao L'Equipe.
Claro que eu seu primeiro ano com tudo diferente, principalmente após 17 anos correndo com motores Mercedes, pode-se ter menos peso nas críticas, mas uma coisa é clara: todos esperavam mais do maior campeão com a maior equipe do grid. Por isso, Prost também ressaltou as dificuldades únicas de ser piloto da Ferrari, onde a pressão interna e externa é maior do que em qualquer outra equipe.
“Quando se vence com a Ferrari, é melhor do que em qualquer outro lugar. Mas quando não se consegue, é pior do que em qualquer equipe. O piloto deixa de pertencer apenas a uma escuderia e passa a pertencer a um país inteiro. Se a dúvida aparece, ela não afeta só fãs e imprensa, mas também se infiltra dentro da equipe. O ambiente em Maranello amplifica tudo: felicidade gera desempenho, tristeza aumenta o peso da desconfiança", afirmou.
Enquanto vive altos e baixos em sua primeira temporada com a Ferrari, Lewis Hamilton tem trabalhado intensamente nos bastidores para acelerar o processo de evolução da equipe na Fórmula 1.
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