
O GP de Abu Dhabi será o último dos motores Renault na Fórmula 1 – pelo menos por enquanto. E nessa despedida, os funcionários da Alpine assinaram o último propulsor da montadora francesa na categoria para encerrar uma trajetória que somou 23 títulos mundiais (12 de construtores e 11 de pilotos) e mais de 40 anos de história.
Para marcar a despedida, os mecânicos de Viry deixaram mensagens escritas à mão na última unidade de potência que irá à pista. São assinaturas, agradecimentos e memórias que transformam o motor final em um símbolo de um capítulo encerrado, mas jamais esquecido.
A marca surgiu na F1 em 1977, equipando a equipe de fábrica de Renault. Fez sucesso e começou a equipar outras equipes a partir da década de 1980, marcando a história com times como Williams, Benetton, Red Bull e com a própria Renault bicampeã em 2005 e 2006.
Mas, aos poucos, as unidades de potência francesas foram perdendo terrenos para as concorrentes na era hibrida e Alpine se tornou a única equipe a correr com o motor. No próximo ano, a Alpine usará motores e fabricados pela Mercedes até 2030. Além dos motores, a Alpine também usará os câmbios fornecidos pela fabricante alemã.
Apesar da crise técnica, a aposta para a nova era será na estabilidade dos cockpits. A equipe confirmou que manterá sua dupla de pilotos inalterada, com o francês Pierre Gasly e o argentino Franco Colapinto encarregados de liderar o desenvolvimento do novo carro.
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