
O CEO da McLaren, Zak Brown , confirmou que a venda de 30% de sua participação na equipe, estabelecendo o valor da operação em US$ 4,1 bilhões (cerca de R$ 23,2 bilhões), segundo aBloomberg. A transação garante que o fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat , e o grupo de investimentos automotivos CYVN Holdings , já acionistas, passem a controlar integralmente a divisão esportiva da marca.
Em entrevista, Zak Brown celebrou o momento do automobilismo e destacou os reflexos da transformação da Fórmula 1 na última década:
“Está tudo feito. O esporte está em chamas, em todos os aspectos: demanda por equipes, por corridas, o crescimento de público e parceiros. Não faz muito tempo que a Liberty [Media] assumiu o comando, implementou o teto orçamentário e garantiu estabilidade financeira e competitividade dentro e fora das pistas. Isso tem sido fantástico”, afirmou.
Segundo Brown, o cenário atual é impulsionado pelo interesse massivo dos fãs e pelo aumento do engajamento comercial: “Os fãs estão vindo em dezenas e centenas de milhões, os patrocinadores nunca estiveram tão fortes. Temos as melhores marcas do mundo conosco — MasterCard, Google, entre outras. O campeonato vive uma fase de grande competitividade: no ano passado, quatro equipes venceram corridas e sete pilotos diferentes subiram ao topo mais de uma vez. É algo que não via em 30 anos acompanhando a Fórmula 1", finalizou.
Agora, o foco da McLaren é decidir o campeonato de construtores da Fórmula 1 em Singapura , para a disputa da 18ª etapa da temporada de 2025.
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