
Gabriel Bortoleto saiu sem pontos do GP do Azerbaijão , mas manteve o otimismo em relação ao futuro da Sauber na temporada da Fórmula 1. O brasileiro terminou em 11º, logo atrás da zona de pontuação, em uma corrida que já se mostrava desafiadora para o pacote do carro C45.
Depois de um bom desempenho em Monza, onde a Sauber chegou ao Q3 e marcou pontos, Baku representou um contraste: Bortoleto avançou apenas até o Q2 na classificação e não conseguiu acompanhar o ritmo dos adversários diretos.
“Foi uma corrida intensa, sempre muito perto dos muros, exigindo foco total. Estou feliz por termos completado sem danos e por ter tirado tudo que o carro podia oferecer. Sinceramente, não acho que poderíamos ter terminado em P10 hoje. Hadjar estava muito à frente. Simplesmente não era um fim de semana em que tínhamos ritmo para lutar com eles”, avaliou Bortoleto em entrevista à Fórmula 1.
Ainda assim, o brasileiro reforçou a confiança em melhores resultados em outras pistas.
“Estou convencido de que podemos render em outros finais de semana. Sabíamos que esta pista seria difícil para nós. Há corridas em que podemos lutar, outras em que não. Está tudo bem”, concluiu, finalizou.
Hülkenberg limitado no pelotão
O companheiro de equipe, Nico Hülkenberg teve ainda mais dificuldades. Eliminado no Q1, o alemão largou em 17º e terminou em 16º após ficar grande parte da corrida preso atrás da Aston Martin de Lance Stroll.
“Perdi posições na primeira volta, recuperei duas no relargada com uma boa manobra, mas depois fiquei preso atrás do Lance. Isso comprometeu toda a prova, sem Safety Car para mudar o cenário. O ritmo no fim foi bom, mas o dano já estava feito no sábado e no início da corrida”, explicou o veterano.
Com o resultado, a Sauber segue em oitavo lugar no Mundial de Construtores , com 55 pontos. A equipe está entre a Aston Martin, sétima com 62, e a Haas, nona com 44.
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