
Após uma temporada marcada por gritaria, emoção, pratos elogiados e muitos puxões de orelha de Erick Jacquin, a quinta temporada de Pesadelo na Cozinha chegou ao fim na última terça-feira (12), na tela da Band.
Ao longo de 12 episódios, Jacquin cruzou diferentes cidades do Brasil para tentar salvar restaurantes em crise, encarando cozinhas caóticas, donos teimosos, equipes em conflito e cardápios cheios de problemas. Mas, entre broncas históricas e transformações surpreendentes, alguns estabelecimentos conseguiram conquistar o público e virar verdadeiros destaques da temporada.
Teve restaurante em São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, Belo Horizonte, Porto Seguro e até em Foz do Iguaçu. Vote em qual foi o Melhor Restaurante da 5ª temporada de Pesadelo na Cozinha:
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Jacquin celebra poder de transformação do Pesadelo na Cozinha: "Não é só dar bronca"
O chef e apresentador Érick Jacquin celebrou a longa parceria com o diretor Maxi García Solla , que comanda o Pesadelo na Cozinha na Band desde a primeira temporada, e disse que o profissional é o "maestro" doreality.
Apesar do tom bem-humorado, Jacquin destacou a importância do diretor e da coesão da equipe. "Maxi fala muito comigo pelo ponto. Manda eu ir mais rápido, depois manda eu ir devagar. Ele nunca sabe o que ele quer [risos]”, disse o francês.
O chef enfatizou que o sucesso do programa vai além de sua figura na tela, creditando o resultado ao trabalho sério da produção . “Estamos juntos desde a primeira temporada. O ‘Pesadelo’ tem uma estrutura para ajudar os restaurantes, não é só o Jacquin dando bronca. Nossa equipe é muito grande e muito boa. É um projeto sério. Parabéns, Maxi,” declarou Jacquin.
Ele finalizou ressaltando o prazer em fazer parte do projeto: "É um prazer trabalhar com essa equipe. Eu amo o que faço."
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