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Foragido, Oruam começa a ser julgado por tentativa de homicídio no RJ

Cantor é réu por tentar matar policiais civis em julho de 2025, durante operação no Joá, Zona Oeste da capital fluminense

Da redação

DA REDAÇÃO

11/05/2026 • 14:01 • Atualizado em 11/05/2026 • 14:01

Oruam quando foi preso
Oruam quando foi preso - Foto: Reprodução/Band

O rapper Oruam, que está foragido da Justiça desde fevereiro, começa a ser julgado pela Justiça do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (11). A audiência de instrução e julgamento do cantor, que ocorre a partir da tarde, é parte de um processo criminal em que ele é réu por tentativa de homicídio contra policiais civis.A sessão estava inicialmente prevista para março, mas foi adiada. Ele é réu por duas tentativas de homicídio qualificado após uma operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes na casa do artista no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Além das acusações de tentativa de homicídio, o rapper também responde por resistência, desacato, ameaça e dano qualificado. A audiência desta segunda marca o início da fase de instrução do processo no Tribunal do Júri.

Entenda a acusação contra Oruam

Em julho de 2025 policiais civis cumpriram uma operação na casa de Oruam na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os agentes cumpriam um mandado de busca e apreensão contra um adolescente investigado por tráfico de drogas que estaria na residência.

Segundo o Ministério Público, Oruam e outros envolvidos teriam arremessado pedras contra os policiais, assumindo o risco de provocar a morte dos agentes. Ele chegou a ser preso, mas recebeu um habeas corpus e vivia de tornozeleira eletrônica.

Oruam, então foi considerado foragido quando a Justiça do Rio expediu um novo mandado de prisão preventiva contra o cantor. A decisão ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça revogar o habeas corpus que beneficiava o artista.

No pedido de prisão, a juíza Tula Melo apontou que Oruam teria descumprido medidas cautelares em diversas ocasiões. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, desde o dia 1º de novembro foram registradas 66 violações, sendo 21 consideradas graves apenas em 2026.

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