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Julgamento do caso Henry Borel chega ao oitavo dia

Julgamento do caso é o mais longo da história recente do Rio de Janeiro

Guilherme Faria

GUILHERME FARIA

01/06/2026 • 11:39 • Atualizado em 01/06/2026 • 11:39

Henry Borel
Henry Borel - Foto: Reprodução

O júri popular do caso Henry Borel vai ser retomado às 10h desta segunda-feira (1°) com os depoimentos das últimas três testemunhas de defesa do réu Jairo Souza Santos Junior. Este é o oitavo dia de julgamento do caso, que já é o mais longo da história recente do Rio de Janeiro.

Para finalizar a fase de oitivas de testemunhas, estão previstos os depoimentos do perito Leonardo Huber Tauil, que fez o laudo da necropsia de Henry, o psiquiatra Hewdy Lobo Ribeiro e o médico Jeferson Evangelista Corrêa.

No domingo (31), a babá de Henry Borel foi ouvida pelos jurados. Logo no início, Thayna Ferreira afirmou que iria se retratar das contradições que apresentou em seus depoimentos ao longo do processo.

Em seguida, ela falou sobre as três ocasiões em que Jairinho levou o menino Henry para o quarto, fechando a porta. Segundo ela, a ação causou estranheza e desconfiança sobre possíveis agressões que o menino teria sofrido. Ela também acrescentou que, nas três ocasiões, a mãe de Henry, Monique, não estava em casa. Thayna também afirmou que, em todas as vezes, relatou os fatos à Monique, por mensagens e, também, quando ela retornou para casa.

Em seguida, foram ouvidas testemunhas de defesa de Jairinho. Entre elas, o pai do ex-vereador, Coronel Jairo. Ao entrar no plenário, ele se dirigiu em direção filho e trocou um longo abraço.

Jairinho e Monique estão presos e respondem por envolvimento na morte do menino Henry Borel, que tinha quatro anos. O crime aconteceu em março de 2021. As defesas negam as acusações.

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