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“Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come” diz Andreazza sobre decisão de Dino e Magnitsky

A Lei Magnitsky não tem efeito direto no território nacional, mas impõe sanções a pessoas e companhias que operam ou possuem ativos nos Estados Unidos

Por Redação

REDAÇÃO

19/08/2025 • 13:10 • Atualizado em 19/08/2025 • 13:10

Para o jornalista Carlos Andreazza , da BandNews FM , a medida de Flávio Dino , embora tecnicamente ligada ao caso da tragédia de Mariana, foi redigida de forma ampla e intencional, como um "puxadinho" jurídico para servir de anteparo a essa nova forma de pressão internacional dos Estados Unidos .

Andreazza apontou que a decisão de Dino, embora correta ao defender a soberania, cria uma "sinuca de bico" para empresas e, principalmente, para o sistema financeiro brasileiro.

A Lei Magnitsky não tem efeito direto no território nacional, mas impõe sanções a pessoas e companhias que operam ou possuem ativos nos Estados Unidos.

Com isso, um banco brasileiro que cumpra uma sanção americana contra uma autoridade nacional estaria, sob a ótica da decisão de Dino, ferindo a soberania brasileira; se não cumprir, arrisca-se a sofrer prejuízos bilionários no exterior.

Segundo o jornalista, a manobra expõe uma incompreensão sobre o funcionamento da lei americana e a fragilidade do Brasil diante de novas formas de ameaça. O Executivo e o Legislativo parecem "apalermados" e despreparados para lidar com esse tipo de intimidação, que usa a força econômica como arma.

A decisão de Dino, portanto, seria mais um esclarecimento do que uma proteção efetiva, gerando um novo campo de insegurança jurídica para quem tem negócios nos dois países.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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