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Reinaldo vê acerto de Lula no caso Juliana Marins e condena atitudes criminosas nas redes

Jornalista elogiou gesto do presidente e criticou exploração política da tragédia envolvendo a jovem brasileira

Da redação*

DA REDAÇÃO*

27/06/2025 • 00:01 • Atualizado em 27/06/2025 • 00:01

Reinaldo Azevedo considerou adequada a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de garantir apoio do governo federal à família de Juliana Marins , brasileira que morreu após cair durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. O âncora, noÉ da Coisadesta quinta-feira (26), destacou a atitude do presidente, que revogou um decreto que impedia a ação direta do governo no traslado do corpo ao país.

“Tomar uma decisão burocrática e dizer ‘a lei impede’ também não é aceitável”, disse o jornalista, ao comentar a existência do decreto 9.199/2017 que, em seu artigo 257, proíbe o pagamento de despesas com traslado de corpos por parte do governo brasileiro.  “Lula agiu corretamente ao tomar a decisão”, afirmou o âncora.

O presidente conversou por telefone com o pai da jovem , Manuel Marins, e determinou que o Ministério das Relações Exteriores prestasse “todo o apoio à família”, incluindo o transporte do corpo. Em evento realizado nesta quinta (26), Lula anunciou que o decreto deixará de existir. .

Juliana Marins, de 26 anos, foi encontrada sem vida após uma operação de resgate que durou cerca de 15 horas. A família da vítima usou as redes sociais para criticar o atendimento local. O Itamaraty alegou que sua atuação se limitava ao apoio consular e à intermediação diplomática, não incluindo gastos financeiros em casos desse tipo, segundo o decreto que existe desde 2017.

Reinaldo Azevedo ressaltou que não há indícios de negligência do governo brasileiro, mas que a revisão da norma era necessária diante das circunstâncias. Ele comparou a situação com outras operações de repatriação promovidas pelo Brasil em contextos de guerra ou catástrofe em que o Estado assumiu os custos.

Além de tudo isso, Reinaldo criticou a ação de perfis nas redes sociais que cometeram crimes ao expor fotos íntimas da vida. Ele citou uma ação da deputado federal Érika Hilton (PSOL-SP), que levou o caso à Justiça.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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