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Barão: EUA reclamam do PIX e da pirataria na 25 de Março em ofensiva sobre o Brasil

Colunista analisou a ordem dada pelo presidente americano, Donald Trump, para o governo investigar práticas comerciais irregulares e o sistema de pagamentos instantâneo no Brasil

Por Redação

REDAÇÃO

16/07/2025 • 13:29 • Atualizado em 16/07/2025 • 13:29

O colunista Eduardo Barão, da BandNews FM , analisou durante a manhã desta quarta-feira (16), o anúncio realizado por parte do governo dos Estados Unidos , sobre uma nova investigação que poderá impactar diretamente as relações comerciais com o Brasil.

Segundo o correspondente, o presidente americano, Donald Trump, solicitou a um escritório especializado a análise de práticas comerciais irregulares, com foco na região da Rua 25 de março, em São Paulo, conhecida por seu comércio popular e diversificado.

Barão destacou que "a Rua 25 de março chegou a ser citado nesse documento, que foi divulgado aqui". A investigação abordará temas como a pirataria e outras práticas consideradas irregulares no comércio mundial.

O resultado dessa análise poderá levar a novas sanções contra o Brasil, caso o país seja considerado culpado por não combater essas práticas de maneira efetiva.

Outro ponto crucial mencionado por Barão é a questão do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos que "facilitou muito a vida do consumidor no dia a dia do Brasil".

De acordo com o correspondente, existe uma preocupação por parte dos Estados Unidos quanto à facilidade de transações proporcionada pelo Pix, o que poderia representar um desafio para quem deseja fazer negócios com o Brasil.

A investigação foi descrita como uma ofensiva específica do presidente Trump, que recentemente anunciou a imposição de taxas que podem chegar a 50%, previstas para entrar em vigor a partir de 1º de agosto. Quando questionado sobre a razão das taxas impostas contra o Brasil, Trump respondeu simplesmente: "porque eu posso".

Barão criticou duramente essa atitude, interpretando-a como uma forma de chantagem e intimidação. "Quer dizer, o cara quer sabotar o nosso Pix para que a gente seja obrigado a usar um desses mecanismos de empresas privadas que funcionam nos Estados Unidos", analisou o âncora Luiz Megale, antes de enfatizar que o Pix é um exemplo raro de uso eficiente do dinheiro dos impostos no Brasil, servindo diretamente aos interesses da população.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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