Agro

Suspeita de gripe aviária em frigorífico gaúcho é descartada pelo Ministério da Agricultura

Agroindústria notificou supeita e testes mostraram que aves não estavam contaminadas pela Influenza Aviária; 19 mil kgs de frango serão liberados

Por Redação

REDAÇÃO

08/06/2025 • 13:29 • Atualizado em 08/06/2025 • 13:29

Suspeitas de gripe aviária são descartadas no Sul
Suspeitas de gripe aviária são descartadas no Sul - Foto: Reprodução/TerraViva

O governo do Rio Grande do Sul confirmou neste sábado (7) que a investigação sob suspeita de Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em um frigorífico localizado em Westfália (RS) descartou a doença. A agroindústria é de propriedade da Cooperativa Languiru e aves haviam saído de uma granja localizada em Teutônia, distante 50 km. Na ocasião, 19 mil quilos de frangos, que já haviam sido abatidos, processados e congelados, foram apreendidos. O lote, agora, será liberado para comercialização.

Outro caso suspeito de gripe aviária, em Capela da Santana, também foi descartado. A suspeita era de que uma ave doméstica da região pudesse estar doente.

Na sexta-feira (30), o Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi), informou que, com o saneamento do foco em Montenegro (RS), o DDA/Seapi determinou mudanças nas medidas de enfrentamento. As quatro barreiras sanitárias fixas na região foram substituídas por estruturas móveis, e as inspeções nas propriedades rurais da zona de abrangência do foco continuam sendo realizadas até o encerramento do vazio sanitário, previsto para o dia 18 de junho.

Neste domingo (8), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) investiga ainda sete casos suspeitos de IAAP, todos em aves domésticas e de vida livre - as aves domésticas que tiveram amostras recolhidas são galinhas originadas nas cidades de Itaituba (PA), Campinápolis (MT), Novo Cruzeiro (MG) e Alegre (ES) e s otros três casos envolvem aves silvestres: um pombo em Santo Antônio do Monte (MG), um carcará em Florestal (MG) e um albatroz-de-sobrancelha em Angra dos Reis (RJ).

Não há mais suspeitas em granjas comerciais brasileiras. No dia 16 de maio, um foco da doença foi identificado em Montenegro (RS), o que levou 28 países a suspenderem as importações, uma medida protocolar automática que existe entre os países.  Desde maio de 2023, o Brasil registrou 171 casos positivos para a doença, provocada pelo vírus H5N1. Apenas um caso ocorreu em uma granja comercial.

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