
Um dos maiores nomes da confeitaria brasileira, Diego Lozano está vivendo uma fase doce dentro e fora da TV. Jurado do MasterChef Confeitaria , o chef segue colhendo frutos do sucesso também no restaurante Levena e em sua escola de confeitaria — por lá, em 2024, após o término dotalent show, a agenda de 6 meses de cursos esgotou em apenas um.
Fora das cozinhas, o último ano também foi marcante: ele ficou noivo e aguarda a chegada da primeira filha, Laura, prevista para dezembro.
“O MasterChef trouxe uma projeção muito grande. As pessoas vêm aqui [no Levena] por causa do programa, querem ver o chef, provar as sobremesas e as coisas que aparecem na TV”, contou em entrevista ao Band Receitas.
Nova temporada de MasterChef Confeitaria
Chamado carinhosamente de “chuchu” por Erick Jacquin, o confeiteiro entregou que os participantes da nova temporada, que estreou terça-feira (09), são mais “briguentos”.
“É uma competição diferente da primeira. Há muita diferença de idade e de experiências, isso ficou muito explícito, principalmente nas provas em grupo. Há momentos mais tensos em que eles soltam a energia”, conta.
Entre os participantes, há um chef que já competiu com Diego em premiações de nível nacional, e outros rostos conhecidos pelo confeiteiro.
Trajetória de Diego Lozano antes do MasterChef
Ainda menino, Diego Lozano aprendeu a cozinhar ao lado do irmão, Pablo, quando seus pais se separaram. Ne época, com 13 anos, ele passou a preparar refeições enquanto a mãe trabalhava. Não demorou muito para que o universo dos doces cruzasse seu caminho.
A partir de tentativas caseiras, como um bolo que saiu salgado por engano, Diego descobriu a paixão pela confeitaria e decidiu investir na profissão. Passou pelo Senai, trabalhou em padarias no ABC paulista e logo chamou atenção pela dedicação. Ele era sempre o primeiro aluno a chegar e o último a sair das aulas.
O talento o levou cada vez mais para o mercado. Em uma experiência em restaurante francês, mergulhou na confeitaria técnica e de precisão.
Mais tarde, se especializou em chocolates e deu aulas pelo país inteiro. Foi também nessa fase que conquistou o título de “Melhor Chocolateiro do Brasil”, em 2007, representando o país em uma competição mundial.
Além de colecionar premiações e experiências em cozinhas de peso, Diego fundou sua própria escola de confeitaria em São Paulo, espaço que formou novos profissionais e ajudou a projetar a confeitaria nacional ainda mais.
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