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Ronaldo critica descontrole do Palmeiras e elogia Dorival: "Foi um amasso"

Corinthians venceu o Palmeiras fora de casa e garantiu vaga nas quartas de final da competição

Da redação

DA REDAÇÃO

07/08/2025 • 03:10 • Atualizado em 07/08/2025 • 03:10

Dorival Júnior, técnico do Corinthians
Dorival Júnior, técnico do Corinthians - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Palmeiras , no Allianz Parque, que garantiu a classificação alvinegra para as quartas de final da Copa do Brasil , o comentarista Ronaldo Giovanelli não poupou críticas ao desempenho emocional do time de Abel Ferreira e exaltou o trabalho de Dorival Júnior. Para ele, o Timão dominou os donos da casa.

"É a primeira vez nessa competição da Copa do Brasil que as duas equipes se encontram, e o Corinthians amassa o Palmeiras. Foi um amasso na casa do Palmeiras, onde todo mundo esperava uma reviravolta"

O ídolo corinthiano destacou o bom início de partida, mas apontou a expulsão de Aníbal Moreno aos 14 da primeira etapa como fator-chave para a desorganização do time da casa. "O Palmeiras teve que correr em dobro e correu até os 38 minutos, mas depois perdeu a cabeça", afirmou. Para ele, a equipe tentou reagir, mas não conseguiu manter o foco. "Começou a ficar nervoso, começou a apelar na partida", completou.

Para o ex-goleiro, o Corinthians soube se aproveitar da vantagem numérica e da vantagem construída no jogo de ida. "O Corinthians postado, com o resultado que fez em casa, jogava mais compactado. Isso também foi ideia do Dorival, que ficou atuando o tempo todo ali na beira do gramado", analisou. "Tudo que foi programado pelo Dorival deu certo."

Ronaldo ainda apontou que o time alviverde se desestruturou mesmo antes do segundo gol. "Já estava, no segundo tempo, batendo exacerbadamente, dando chutes, perdendo a cabeça", disse.

Para Ronaldo, Dorival conseguiu dar uma tranquilidade pra jogar na casa do adversário, já que "ele conhece muito bem o Abel." Na visão do comentarista, o português não foi só superado, mas também foi desestruturado, destacando o fato de o treinador alviverde ser vaiado e xingado pela própria torcida.

“Agora o Abel vai viver uma situação que nunca viveu na vida dele, mas todos os técnicos brasileiros já passaram por isso: a vaia do torcedor, o ódio que o torcedor sente, que é difícil controlar. Vamos ver se ele vai ter cabeça de responder as perguntas na coletiva ou se vai fugir de novo”, disse.

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