Jornalismo

Moraes permite que Tarcísio, deputados e empresário visitem Bolsonaro; veja a lista

Apesar de acatar pedido dos advogados, as seis pessoas autorizadas só poderão visitar Bolsonaro nas datas autorizadas por Moraes, somente entre 10h e 18h

Da redação

DA REDAÇÃO

07/08/2025 • 14:49 • Atualizado em 07/08/2025 • 14:49

Moraes permite que Tarcísio de Freitas visite Bolsonaro
Moraes permite que Tarcísio de Freitas visite Bolsonaro - Foto: Alan Santos/PR

O ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal (STF) , atendeu ao pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que aliados possam visitá-lo, a exemplo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (Progressistas).

Apesar do deferimento, as seis pessoas autorizadas só poderão visitar Bolsonaro nas datas autorizadas por Moraes, somente entre 10h e 18h. Veja a lista abaixo!

Na última quarta-feira (6), o ministro do STF também determinou que Bolsonaro recebesse a visita dos filhos, cunhadas, netas e netos , sem a necessidade autorização prévia da Justiça.

Prisão domiciliar

Bolsonaro é réu na ação penal sobre tentativa de golpe de Estado , em julgamento pela Primeira Turma do STF. Após ação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL), nos Estados Unidos, para sancionar o Brasil e o próprio magistrado, Moraes determinou uma série de medidas cautelares contra o ex-presidente.

Entre as medidas cautelares, a proibição de falar com o filho Eduardo e de sair de casa, à noite e aos finais de semana, além da privação do uso das redes sociais. No último domingo (3), porém, Bolsonaro participou de uma chamada de vídeo para apoiadores. O conteúdo foi publicado nas redes sociais de filhos do ex-presidente.

Como Moraes também havia vetado que terceiros compartilhassem conteúdos de Bolsonaro, o ex-presidente teve a prisão domiciliar decretada .

Após Bolsonaro e os demais réus do Núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado serem ouvidos pelo STF, a Procuradoria-Geral da República pediu, por meio das alegações finais, a condenação de Bolsonaro por cinco crimes : organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

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