
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais, neste domingo (25), para criticar o ataque israelense que matou nove dos 10 filhos de uma médica palestina, no último sábado (24), na Faixa de Gaza. Apenas o marido e um filho de Alaa Al-Najjar sobreviveram ao bombardeio, mas precisaram ser internados em uma UTI.
Lula classificou o bombardeio como vergonhoso e covarde, além de mencionar que, diariamente, mulheres e crianças são mortas no enclave. Também segundo o petista, Israel não busca apenas combater o terrorismo e libertar reféns do Hamas, mas quer vingança.
Genocídio e expulsão de palestinos
No mesmo texto, o presidente brasileiro citou prática de genocídio e expulsão dos palestinos das próprias terras.
“O único objetivo da atual fase desse genocídio é privar os palestinos das condições mínimas de vida, com vistas a expulsá-los de seu legítimo território”, publicou Lula na rede social X.
O exército israelense comunicou que, desde sexta-feira (23), foram efetuados bombardeios aéreos contra mais de 100 alvos, em toda a Faixa de Gaza.
Drama da fome
O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou a pedir mais atenção da comunidade internacional ao massacre no território palestino. O representante das Nações Unidas apelou por mais ajuda humanitária e relembrou que toda a população, mais de 2 milhões de pessoas, passa fome.
“Por quase 80 dias, israel bloqueou a entrada de ajuda internacional que poderia salvar vidas. Como constatou a principal avaliação mundial sobre a fome, toda a população de Gaza corre o risco de morrer de fome. Famílias estão sendo forçadas a passarem fome e privadas de recursos básicos, enquanto o mundo assiste em tempo real”, lamentou Guterres.
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