Acelerou. Entre agosto e setembro - se for setembro, o previsto seria a primeira quinzena. O país deve assistir o final do julgamento desse processo no STF por tentativa de golpe.
Repercute e vai continuar repercutindo o tom bastante ameno de Bolsonaro, deixando de lado o clima e o habito de confronto, ali no frente-a-frente com Alexandre de Moraes. Certamente bem orientado por seus advogados e visando, obviamente, a menor punição possível.
No ambiente dos ministros do STF, percebe-se a avaliação de que a denúncia se fortaleceu com esses interrogatórios. Não é o que chega da área da Defesa, que agora entra numa fase crucial - podendo pedir diligências adicionais, antes das alegações finais e das sentenças.
As possibilidades estão aí abertas. Muita coisa pode acontecer. Sobram hipóteses. O exemplo de Fernando Collor vem sendo citado por especialistas e considerado na área da Defesa desse processo: Collor condenado e preso por alguns dias, agora está em casa, cuidando de sua saúde.
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