A família do brasileiro-palestino morto em uma prisão em Israel segue apelando pela liberação do corpo do jovem. Mais de cem dias já se passaram desde a morte de Walid Khalid Abdallah, que tinha 17 anos.
Em contato com a reportagem da Band, o pai do jovem afirma que ainda não recebeu o corpo para que possa enterrar e se despedir do filho. Ele apela ao governo lula para que intervenha junto ao governo israelense.
Walid nasceu em Ramala, no território palestino, mas tinha cidadania brasileira. Ele foi preso em setembro do ano passado, acusado de agredir militares israelenses e morreu em uma prisão em Israel em março, sem ser acusado ou julgado.
Os laudos da necropsia, feita por autoridades israelenses, foram obtidos por advogados que ajudam a família na tentativa de liberar o corpo. As causas da morte seriam fome, desidratação e complicações de uma infecção.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil já cobrou transparência e explicações do embaixador de Israel, que disse que as investigações sobre a morte já tinham começado. Mas não houve mais respostas.
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