A baixa vacinação contra o sarampo deixou 35 cidades no Rio Grande do Sul em estado de alerta. O sinal de atenção disparou depois da confirmação de um caso de sarampo “importado” em Porto Alegre.
A paciente, uma mulher de 50 anos, havia viajado para os Estados Unidos em abril. Ela não estava vacinada, e quando voltou precisou ser internada, mas passa bem.
O índice de vacinação continua baixo. A tríplice viral, por exemplo, além do sarampo, também protege contra caxumba e rubéola. O imunizante está disponível nos postos de saúde de todo o Brasil.
“O sarampo é extremamente contagioso. 9 em cada 10 pessoas que tiverem contato, que estiverem no mesmo ambiente que um caso e forem suscetíveis, ou seja não estiverem com o esquema completo, vão desenvolver a doença”, disse o infectologista André Machado.
O sarampo provoca febre alta, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. Equipes de saúde também estão de olho na imunização de moradores de cidades que fazem fronteira com o Uruguai e, principalmente, com a Argentina, depois de um surto de sarampo por lá.
O vírus voltou a circular pelas américas e já matou 13 pessoas em 2025. Apenas no México, nove pessoas morreram.
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