Na Faixa de Gaza, o Exército de Israel voltou a massacrar palestinos que tentavam conseguir comida. Mais de 300 palestinos foram mortos da mesma forma desde o fim de maio, quando buscavam alimentos e remédios em centros de distribuição.
“Não vemos comida, nem bebida há seis meses. Fomos atrás de um pouco de farinha e vimos foguetes caindo sobre nós”, disse um civil.
A busca por um pouco de comida virou uma armadilha mortal para os palestinos na Faixa de Gaza. Soldados, tanques e drones israelenses dispararam contra a multidão, e mataram pelo menos 70 pessoas perto de um centro de distribuição. Centenas ficaram feridas.
O exército israelense fala em ameaças aos seus soldados para tentar explicar os massacres que se repetem há quase um mês, desde que a Fundação Humanitária de Gaza assumiu o controle da ajuda no território. A Fundação é controlada por Israel e apoiada pelos EUA, e a única autorizada a distribuir comida por lá.
A ONU e os principais grupos humanitários se recusam a cooperar, dizendo que a entidade prioriza objetivos militares.
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