Essa guerra do presidente americano contra a universidade de Harvard soa, entre outras coisas, como uma posição totalmente desprovida de racionalidade. Como tentar inibir as manifestações de apoio ao povo palestino na universidade, como se fosse antissemitismo, só pode funcionar como mais um passo na direção da limpeza étnica na Faixa de Gaza.
A conversa de que há militância antiamericana na universidade é outro destempero. O mais prestigiado, respeitado e admirado centro de estudos e produção cultural do Planeta está resistindo. Trump já tirou 3 bilhões de verbas como retaliação.
E a medida absurda de proibir a entrada de estudantes estrangeiros em Harvard foi derrubada por uma decisão da Justiça. Agora, chega a hora da discussão e julgamento do mérito. O mundo inteligente espera - mas também teme o que pode vir.
Trump ganhar essa guerra seria mais uma catástrofe, de efeitos demolidores na história da cultura, urdida pelo homem da Casa Branca.
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