
O Patriarca de Lisboa e os cardeais portugueses receberam a notícia da morte de Francisco com palavras de tristeza, evidentemente, mas também agradecimento ao seu trabalho de transformação da Igreja na prática, no dia a dia.
E chamaram Francisco de profeta, no sentido em que ele viu e atuou para um futuro inovador inclusivo da Igreja, até mesmo considerando a união com não cristãos que defendam, adotem ou exerçam valores que são da Igreja, podemos chamar de materialismo cristão.
É a virtude praticada e vivida no dia a dia, independentemente do credo religioso. Em Portugal, a passagem de Francisco em 2023, por ocasião da Jogada Mundial da é lembrada agora também por essa pregação.
É a teologia do encontro, que significa abertura e diálogo, conduzida por esse chefe religioso latino-americano, um homem simples, que buscou, na prática muito mais do que na doutrina, expressar uma Igreja inovadora, inclusiva e mais próxima das comunidades.
Um Papa enfrentando os desafios da Igreja em seu tempo, indo ao encontro das pessoas, com sua mensagem acolhedora, de paz e de esperança. E a palavra esperança aí não tem nada a ver com esperar, é atuar, é agir, melhor dizer esperançar. Francisco deixa um legado de ação.
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