O pacote do governo, que entra no lugar do recuo do IOF, com aumento de impostos em algumas áreas, deve render até R$ 40 bilhões. O que já está previsto na nova MP inclui aumentos de taxação já existente e taxação criada onde antes havia isenção.
Como letra de crédito imobiliário ou do agronegócio. As reações, previsíveis, já estão aí e podem crescer. A base da argumentação não é nova e vai ganhando força, até como alimento permanente da oposição e críticos do governo: a cobrança de corte de despesas.
Dez entre dez reações ao pacote de agora, inclusive da Frente Parlamentar do Agro, protestam contra a ausência de qualquer sinal de iniciativa de reduzir o gasto público. E isso vai azedando.
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