Brasil Urgente

Quem matou Bruna? Polícia refaz os passos da universitária até a morte

Para a polícia, o criminoso que arrebatou e assassinou Bruna Oliveira, de 28 anos, é meticuloso e conhece muito bem a região onde o corpo da jovem foi deixado

Da redação

DA REDAÇÃO

22/04/2025 • 19:45 • Atualizado em 22/04/2025 • 19:45

Bruna de Oliveira
Bruna de Oliveira - Foto: Reprodução/Brasil Urgente

Para a polícia, o criminoso que arrebatou e assassinou Bruna Oliveira, de 28 anos, é meticuloso e conhece muito bem a região onde o corpo da jovem foi deixado.

A estudante foi encontrada sem vida, no meio de uma pequena área de mata, dentro de uma espécie de estacionamento abandonado. As investigações, que estão sendo feitas pelo DHPP, apontam que o suspeito sabia os pontos próximos a este local em que não existem câmeras de segurança.

Foi dentro de uma trilha, que fica em um estacionamento que está fechado, na região da zona leste de São Paulo, que o corpo de Bruna foi localizado.

A perícia já retornou algumas vezes aqui para o local para procurar vestígios, e também para estudar possíveis rotas de fuga, que tenham sido usadas pelo criminoso.

Já que na saída principal deste local, onde teria uma câmera de segurança, ele não aparece nas imagens, de acordo com as investigações.

Inicialmente, a polícia foi procurada pela família de Bruna para encontrar a moça, que tinha desaparecido na noite do dia 13 de abril. Após passar o dia na casa do namorado, na zona oeste da capital paulista, a estudante pegou o metrô para retornar para casa, na região de Itaquera, na zona leste. Porém, Bruna nunca chegou na residência, em que morava com o pai e o filho, de sete anos.

Câmeras de segurança, que ficam bem na saída da estação Itaquera, flagraram as últimas imagens de Bruna com vida.

Relembre o crime

O corpo de Bruna foi encontrado no dia 17 de abril, no final da tarde, por uma pessoa que passou pelo estacionamento abandonado. Ela estava sem roupas e já em estado de decomposição.

O corpo da jovem tinha diversas marcas de luta. Há indícios de que ela tenha sido morta asfixiada e de que tenha sido estuprada, mas apenas os laudos periciais poderão confirmar.

Nos últimos dias, peritos do DHPP retornaram ao local para recolher materiais da cena do crime.

No momento em que chegou na estação Itaquera do metrô, Bruna avisou aos familiares que estava com pouca bateria no celular. Por isso, ela não conseguiu pedir um carro por aplicativo para retornar para casa e foi caminhando.

A bolsa da estudante e o telefone dela não foram localizados até o momento. Porém, a polícia conseguiu descobrir que o celular de Bruna chegou a ser usado dias após o desaparecimento dela.

Diversas pessoas já prestaram depoimento. As investigações continuam. Bruna era formada em turismo pela universidade de São Paulo e tinha acabado de passar no mestrado na mesma instituição, para estudar mudança social e participação política. Ela deixou um filho de sete anos de um relacionamento anterior.

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