O quarteto responsável pelas pichações nos muros do estádio do Palmeiras , na Zona Oeste de São Paulo, serão processados pelo clube . Eles foram presos após o ato de vandalismo.
Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação dos pichadores que vandalizaram os muros do estádio na madrugada desta quarta-feira (21), após a goleada por 4 a 0 sofrida pelo Palmeiras para o Novorizontino.
O grupo de quatro torcedores chegou ao estádio por volta das 1h36 da manhã. O circuito mostra o momento exato em que as pichações com críticas severas à diretoria e ao elenco começaram a ser feitas.
As bilheterias do estádio foram pichadas com diversas frases de protesto. Entre elas, “2025 de novo”, “cadê o planejamento?” e “time sem vergonha”.
A presidente Leila Pereira e o técnico Abel Ferreira também foram visados. “Leila, seu negócio é roubar”, dizia uma das frases. “Abel, acabou a magia?”, questionava outra.
A ação durou poucos minutos e foi interrompida pela chegada de uma viatura da Polícia Militar, que perseguiu os indivíduos pelas ruas no entorno da arena e efetuou a prisão após o flagrante.
O departamento jurídico do Palmeiras trabalha em conjunto com a Polícia Civil para responsabilizá-los judicialmente. O clube deve registrar um Boletim de Ocorrência e, posteriormente, processá-los.
Pressão nos bastidores
A derrota em Novo Horizonte foi a mais elástica do Palmeiras desde que Abel Ferreira assumiu o comando da equipe, em novembro de 2020. O time não perdia por quatro ou mais gols de diferença desde 2015, quando levou 5 a 1 da Chapecoense.
A derrota encerrou a invencibilidade do Palmeiras no Paulistão, no qual o time nem sequer havia sofrido gols. Com nove pontos em quatros jogos, o Verdão é o terceiro colocado.
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