
Novembro é o mês em que o espírito natalino começa a aparecer nas ruas, nas vitrines e nas buscas do Google. Mas, neste ano, o comportamento do consumidor ganhou um novo símbolo: o interesse por aluguel de árvores de Natal nunca esteve tão alto.
Dados da Sala Digital mostram que o termo “aluguel de árvore de Natal” atingiu o maior patamar da série histórica do Google. O pico de buscas, que costuma acontecer neste período, superou todos os registros anteriores.
A corrida por árvores de Natal alugadas começa cedo — e por boas razões. Novembro marca o ponto de virada entre economia e disponibilidade. Especialistas apontam que quem se antecipa demais tende a pagar mais caro, mas quem demora para decidir corre o risco de encontrar poucas opções disponíveis.
O aluguel, que pode variar de R$ 100 a R$ 15 mil, dependendo do tamanho e da sofisticação, tem atraído cada vez mais perfis de consumidores. Entre os motivos estão:
Mudança de estilo e consumo mais consciente
Além da conveniência, o aluguel permite renovar o visual a cada Natal, com liberdade para mudar cores, temas e estilos sem o acúmulo de itens antigos.
A tendência também reflete uma escolha mais sustentável. O modelo de locação segue princípios da economia circular, com reaproveitamento de enfeites e redução do descarte de materiais.
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