O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou em pronunciamento nesta quarta-feira (18) que não irá se render. A declaração é uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pediu na terça-feira (17) para que o país se "rendesse incondicionalmente".
"Deixe os americanos saberem que a nação iraniana não é de se render, e qualquer intervenção militar de sua parte resultará, sem dúvida, em danos irreparáveis", disse Khamenei.
Além disso, o líder afirmou que "aqueles que conhecem bem a história do Irã sabem que os iranianos não respondem bem à linguagem das ameaças". Ele afirmou que o Irã não aceitará paz ou guerra imposta.
Na terça (17), o presidente Donald Trump chegou a afirmar que os EUA não vão assassinar Khamenei "por enquanto". "Ele é um alvo fácil, mas está seguro lá - não vamos eliminá-lo (matar!), pelo menos não por enquanto", escreveu na rede Truth Social.
Morte de líderes iranianos
As Forças de Defesa de Israel anunciaram nesta terça-feira (17) que mataram o principal comandante militar do Irã, Ali Shadmani, em um bombardeio .
Ele era considerado a figura mais próxima do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
Ali Shadmani, o mais alto oficial militar do Irã e conselheiro militar mais próximo de Khamenei, foi morto em um ataque aéreo da Força Aérea Israelense (IAF) no centro de Teerã, após informações de inteligência.
No último sábado (14), Ali Shamkhani, o principal conselheiro de Khamenei, morreu por ferimentos sofridos em um ataque israelense , informou a TV iraquianaAl Sharqiya,em publicação no X.
Há cerca de um mês, ele foi o responsável por dizer que o Irã estava pronto para assinar um acordo nuclear com os EUA em troca da retirada de sanções econômicas.
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