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Servidores públicos são afastados por suspeita de envolvimento em crimes ambientais

João Paulo Martins é o quarto servidor público afastado em meio à investigação que apura corrupção, lavagem de dinheiro e favorecimento a mineradoras em áreas de proteção ambiental no estado

Por Redação

REDAÇÃO

18/09/2025 • 16:37 • Atualizado em 18/09/2025 • 16:37

Com o nome presente no inquérito que investiga o esquema de mineração ilegal, corrupção e lavagem de dinheiro em áreas de proteção ambiental no território mineiro, João Paulo Martins foi exonerado do cargo de presidente do Iepha, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (18). Edwilson Martins diretor de Planejamento, Gestão e Finanças do Governo, assume o cargo.A casa de João Paulo foi um dos endereços alvo de busca e apreensão por parte da Polícia Federal, nessa quarta-feira. Segundo o inquérito ele teria sido influenciado a viabilizar concessões ambientais às mineradoras envolvidas no esquema.O agora ex-presidente do Iepha é o quarto servidor público a ser exonerado do cargo em meio a investigação. Além dele foram demitidos o Diretor Geral do Instituto Estadual de Florestas, Breno Esteves Lasmar, e dois servidores da Fundação Estadual de Meio Ambiente, Arthur Ferreira Rezende Delfim e Fernando Baliani da Silva.Outros dois funcionários do governo um da Secretaria de Meio Ambiente e outro do Instituto Mineiro de Gestão das Águas foram afastados sem ter os nomes divulgados. Eles são concursados de carreira e precisam passar um processo administrativo antes de ter os nomes divulgados.

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