
É muito natural que a gente pense que o signo solar é o que define tudo. Afinal, ele é o mais falado, o mais fácil de saber, aquele que a gente responde na ponta da língua quando alguém pergunta qual é o nosso signo. Também é com base nele que a maioria dos horóscopos são feitos. Mas a verdade é que o Sol é apenas a ponta do iceberg.
Na astrologia, a gente não é só um signo. A gente é um mapa inteiro com todos os signos, as casas astrológicas e os planetas, cada um com um significado.
O signo solar representa a nossa essência, o que viemos desenvolver e expressar nesta vida, mas ele não está sozinho na análise da sua personalidade, entende?
Duas pessoas com o mesmo Sol em Câncer, por exemplo, podem ser completamente diferentes se uma tiver a Lua em Capricórnio e a outra em Peixes. Ou se uma tiver Vênus em Gêmeos, e a outra em Escorpião. E nem estou falando só da personalidade: isso muda a forma de amar, de reagir, de se comunicar, de se proteger, de sonhar, de desejar.
E mais: o próprio Sol muda muito dependendo da casa em que ele está e dos aspectos que ele faz com os outros planetas do mapa. Tem Sol em Leão que é expansivo, brilhante e cheio de presença, mas tem Sol em Leão tímido, introspectivo, que brilha nos bastidores. E os dois são leoninos.
Ou seja: achar que só o signo solar explica tudo é como olhar para a capa de um livro e achar que já entendeu toda a história. Fora que, para além da astrologia, temos também o contexto cultural, social e familiar que também muda muito a nossa forma de manifestar essas energias!
Se você se identifica pouco com o seu signo, talvez seja porque ainda não mergulhou no seu mapa astral completo. Porque quando a gente entende o conjunto, a coisa faz sentido. A gente se reconhece e começa, finalmente, a escrever a própria história com mais consciência e liberdade.
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