Esportes

Tony Kanaan celebra volta da Indy à Band e relembra vitória nas 500 Milhas

Um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro segue há um ano como chefe de equipe da McLaren

Da redação

DA REDAÇÃO

31/10/2025 • 19:27 • Atualizado em 31/10/2025 • 19:27

Tony Kanaan, um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro, expressou grande entusiasmo com o retorno da Fórmula Indy à tela da Band. Para ele, a emissora tem um significado especial, remetendo ao início de sua carreira: "Para mim, eu vou falar que todos os anos que eu corri, ela foi na Band. Por causa da Band, eu tive o prazer de correr em casa, em São Paulo."

Ele vê esse retorno como um reconhecimento do valor da categoria e uma oportunidade para os fãs brasileiros acompanharem de perto os pilotos do país e seu próprio trabalho na liderança da McLaren. "O coração está batendo forte para poder ver os brasileiros torcerem", afirmou.

A nova fase como Chefe de Equipe

Há um ano como chefe de equipe da McLaren, Kanaan tem objetivos claros para o futuro. Embora a equipe tenha alcançado o vice-campeonato com Pato O'Ward em 2025, a meta para 2026 é mais ambiciosa.

"O que eu espero para a temporada de 2026 é que a gente tenha uma temporada melhor do que a de 2025", explicou. "Meu objetivo é colocar os três carros para poder brigar com Penske, Ganassi e Andretti."

Para alcançar esse patamar, seu maior desafio tem sido a gestão de pessoal e a cultura interna. A mudança de escala foi drástica: "Quando eu era piloto, eu cuidava de seis mecânicos... E agora são 120 pessoas."

O foco principal, segundo ele, é inspirar a equipe: "Meu maior foco e objetivo é conseguir transmitir a paixão, dedicação e obsessão que eu tenho por vencer. Que é o que a McLaren merece. Trazer as pessoas a acreditarem e gostarem do que elas estão fazendo... e também conseguir comprar a ideia da mentalidade vencedora."

Amizade e profissionalismo com Zak Brown

Kanaan também comentou sobre seu relacionamento com Zak Brown, CEO da McLaren, a quem considera um amigo que hoje é seu patrão. Os dois correram juntos em 1993, antes de seguirem caminhos diferentes.

Apesar da amizade, o ambiente de trabalho é de alta performance. "É super profissional. (...) Ele não pega leve comigo por causa da nossa amizade. Mas eu não gostaria de ser diferente", disse Kanaan, que vê a posição como uma oportunidade única pela qual se sente grato e determinado a "justificar a credibilidade que ele me deu na pista."

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