Esportes

Leila detona Flamengo e ameaça sair da Libra: "Acha que é o Real Madrid"

Presidente do Palmeiras fez uma série de comentários criticando dirigentes do Rubro-Negro

Da redação

DA REDAÇÃO

02/05/2026 • 00:18 • Atualizado em 02/05/2026 • 00:30

Leila Pereira, presidente do Palmeiras
Leila Pereira, presidente do Palmeiras - Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Em entrevista àTV Palmeiras, a presidente Leila Pereira confirmou que o clube pretende deixar a Libra (Liga do Futebol Brasileiro). Sem medir palavras, a dirigente afirmou que o grupo perdeu sua essência e aproveitou para alfinetar o Flamengo .

Leila desiste da Libra

Leila Pereira não escondeu a frustração com o rumo das negociações que começaram em 2022. Para ela, a união dos clubes em prol de um campeonato organizado se tornou uma "doce ilusão".

"O objetivo do Palmeiras é sair da Libra. Ela perdeu completamente o seu objetivo e a sua essência. Hoje, percebo que naquela época eu era muito romântica. Pensei que conseguiríamos organizar um campeonato juntos. Doce engano", desabafou a mandatária.

A provocação ao Flamengo

O maior ponto de ruptura na Libra foi a divisão de receitas. O Palmeiras e outros clubes ficaram insatisfeitos com acordos que favoreceram o Flamengo . Ao comentar a dificuldade de consenso.

" A liga precisa da CBF porque cada clube quer uma coisa diferente. Tem clube até que se acha o Real Madrid das Américas… " , ironizou Leila.

Qual o futuro do Palmeiras?

Diferente do que muitos esperavam, o Palmeiras não deve migrar imediatamente para a FFU (Futebol Forte União) . A estratégia de Leila agora é apostar na força da entidade máxima do futebol nacional.

A estratégia do clube é aguardar a liga organizada diretamente pela CBF. Leila classificou a Libra e a FFU apenas como "blocos econômicos" para venda de TV, e não ligas reais.

O impasse dos direitos de transmissão

A saída do Palmeiras da Libra balança o mercado. Embora o contrato com a Globo tenha sido assinado em conjunto, a insatisfação com a falta de equidade financeira coloca em xeque a estabilidade do bloco.

Para Leila, sem a mediação da CBF , os clubes brasileiros continuarão priorizando interesses individuais em vez do crescimento do espetáculo.

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